DALLE COÑO DALLE http://revirate.nireblog.com En Miño a velas vir Fri, 06 Nov 2009 17:46:22 +0200 DALLE COÑO DALLE http://static.nireblog.com/imagenes/logo.png http://revirate.nireblog.com 109 http://nireblog.com ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-6290 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-6290 polzic Hola te conoci por bloxdir!

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Fri, 06 Nov 2009 16:51:44 +0200
Na complexidade de saber http://revirate.nireblog.com/post/2008/03/25/na-complexidade-de-saber#comment-3441 http://revirate.nireblog.com/post/2008/03/25/na-complexidade-de-saber#comment-3441 Xoana a Beltranexa SOBRE A INTERRUPZÓM VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ, OU A ESCASSA ATENCIÓN NO SERGAS

A nível galego assitimos atónitas as mulheres galegas a escassa atención por parte do SERGAS das interrupzóms Voluntárias da gravidez.

O actual marco debujado pela Lei Orgánica 9/1985, do 5 de Julho, que a data de hoje é insuficiente e é incapaz, ao tempo que constrinje os direitos das mulheres a decidir sobre o seu próprio corpo, tem na nossa Nazóm uma aberrante caricatura do que en outras latitudes do estado espanhol tenhem as mulheres que “decidem” interromper a sua gravidez.

Hoje uma mulher en Galiza que deseje interromper a sua gravidez, acudirá ao seu Centro de saúde, ao doutor/a de cabeceira quen a derivará ao COF, Centro de Orientación Familiar.

A primeira estraneza é que nos derivem ao COF, em tanto que é orientación familiar, e já tem um certo deije conductista, que semella uma prática maternalista, tanto polo que é de orientación á mulher que já sabe o que deseja fazer, como familiar que é o que nom deseja. Todo isto é comprenssíbel pola L.O. 9/1985 que tam só conclue, restringe, a tres supostos a interrupcióm da gravidez, por saúde e perigo pra a mae, por ser o embarazo froito dum acto delitivo, por que o feto poida ter graves taras.

E uma vez máis, onde fica a nossa sobernana vontade? Onde fica a libre decissóm? Somos as mulheres tuteladas pouso da época franquista?

Se todo vai bem, co visto e praze da professional psicóloga que nos recebeu, entóm enviaram-nos a un Centro de saúde privada, concertada co SERGAS, na que nos sentiremos gando, já que é nula a atenzóm que ai se dá.

E isso será assim, se estamos de 12 semanas ou menos. E se estamos com máis? Pois toca saír além do Piornedo, em geral, a Madrí, na busca e procura dum servizo que dea esta prestazóm roubada em Galiza.

Em Madrí, prévio pagamento, arrumará uma Clínica. Quizais uma melhor ca outra, mais si que tem.

Quando voçê chegue da Clínica Privada cum protocolo de seguimento das atenzóms médicas que debe ter, arrumará, esta vez sim, a porta do SERGAS pechada. A razóm se voçê foi a uma clínica privada vaia a uma outra privada já que o SERGAS nom vai atender. Solicitará cita, e darám, como já é conhecedora, para dentro de 8 ou 10 messes. Mádia leva!!

E que fai o SERGAS? Anúnciou o 18 de setembro a Secretária Geral da Consellaria de Sanidade, Dna. Pilar Fernández Romero na sua intervenzóm na Comissóm 5ª do Parlamento da Galiza que no ano 2009, no segundo trimestre, todas os Hospitais públicos galegos oferecerám e realizarám o processo da interrupcióm voluntária da gravidez.

Voluntária quando podemos elijir librevemente só entre tres supostos?? Que medo há se a competéncia é plena em sanidade ter uma legislazóm nom fechada?

Pois bem, falta valentia, coragem de saber que se o SERGAS quer pode, que nom somos pessoas com anceios de fazer perse uma interrupcióm da gravidez, mais que quando o plantejamos é consciente da nossa decissóm. E desculpem a minha, a nossa decissóm é soberana, se nom é na Casa Parlamentar é-a no meu próprio corpo, é de justiza, mais nada.

Abonda de tanta hipocresia, de tanto verniz castrador e castrante, dessa ráncia tradizóm judeucristiá, se o corpo é nosso, nós decidimos e nenguma outra pessoa é quen de avaliar as nossas decissoms.

O 18 de setembro do 2008 a Secretária Geral da Consellaria de Sanidade, Pilar Fernández Romero, compareceu na Comissóm 5ª do Parlamento de Galiza, onde informou que, no segundo semestre do 2009, todos os hospitais públicos galegos realizarán o proceso de interrupzóm voluntária do embarazo.

Se o corpo é nosso, nós decidimos!! A administrazóm é responssábel das incleméncias que uma mulher gravida que deseje interromper a sua gravidez arrume tantos atrancos.

Laura Bugalho

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Thu, 30 Oct 2008 18:48:19 +0200
Quelentaro http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/11/quelentaro#comment-3418 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/11/quelentaro#comment-3418 luis quisiera saber cuando van a sacar una nueva produccion ya que soy su admirador desde hace 30 años y donde haran un recital cerca en la sesta region
luis molina
pelequen

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Sun, 19 Oct 2008 19:04:11 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3349 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3349 Laura Bugallo Um novo episódio da imigrazóm em Compostela

O actual marco da crise capitalista, onde o neoliberalismo selvaxe fiz que o tecido produtivo fora minguando ao tempo que fora precarizando-se, o pantasma da “imigrazóm rouba travallo” acentua a ansiedade do contingente migratório na nosa bisbarra.

A auséncia de políticas contentoras e de medio e/ou longo alcance por parte do Governo Madrí, ou do Governo de Galiza, a auséncia de interesse da Concellaria de Servizos Sociais do Governo municipal, o intento de fazer campanhas de imagem, provoca a sensazóm de que cada pessoa deve procurar a sua resposta de xeito individual.

Tam só, a CIG, o Foro de Imigrazóm e as entidades que participam nel, forom quem de lhe plantar cara a este descontrolo, que nos fai duvidar, uma vez máis da existéncia do Estado de direito.

Na Unióm Europeia tirou da sua inteligéncia a Diretiva do Retorno, 2004/38/CE, a diretiva da vergonha, na que nom só nom se resolve a crise senóm que se manifesta diante da opinióm pública qual é a causa principal desta “coxuntura”, sem dar-se de conta que non há tal coxuntura, quizais tivesem que olhar a crise como um problema estrutural. Supón o fracaso do sistema capitalista e dos seus paradigmas.

Mais como se traduz isto na realidade inmigrante? Se pensamos nas mulleres imigrantes son quem repressenta mellor a face da discriminazóm, por imigrantes e por mulheres. Na nossa bisbarra há um grupo, cada vez mais numerosso, de mulheres noemadamente colombianas, também doutras latitudes marrocos, Ecuador, que vinherom por uma ONG, a través do chamado . Estas mulheres som empregadas de fogar, a meirande parte internas, em situazóm de quase escravitude, sem tempo de lecer, e com salários moito baixos. Ademais desta realidade sofrem o desamparo do seu próprio Consulado, e o atropelo verbal da encarregada da ONG em Galiza. Som amedonhadas que se nom se portam bem seram deportadas ao país de orixe, som atropeladas xa que travalham sem alta da seguridade social nos dous e tres primeiros messes que chegam, som estafadas xa que se lhes descontan as taxas administrativas da pessoa empregadora/ cabeza de família.

Entóm, se o Estado nom atua sabedor de que isto acontece verbo do contingente migratório, podemos-nos perguntar se o Estado nom é parte duma máfia da imigrazóm? Semelha na atualidade que ainda nom sabe, ainda que se pode saber xa que algumas das mulheres que decidirom saír dos seus postos de travalho, sem o constir da ONG, sofrerom o acoso desta e mesmo se cumpriu a Orde de Expulsóm.

Assim pois, acho que baixo este epígrafe do servizo doméstico agocha-se uma das realidades máis grossas de escravitude atual. E nom só no comentado, en geral, o servizo doméstico dista muito de ser uma relazóm laboral que respeite o Estatuto dos e das Travalhadoras.

Pra continuar, está todo o contingente migratório, quem compartilhando as málas condizóms laborais da clase obreira compostelá, sofrem uma outra discriminazóm, poñamos por caso a Hostelaria na Rua do Franco e da Raínha, ou o setor Servizos- Comércio Vário.

No primeiro, a Clase Empresarial da Hostelaria, agás singulares exceizóms, encontrarom uma mao de obra que a submete a condicióms de carga horária longuisima, sem descanso, com ums salários fóra dos Convénios, com um trato despetivo e humillante. A Padronal debem saber que de continuar com essa atitude vam provocar uma greve, dado que as pessoas imigrantes encontrarom na nossa Central Sindical a ferramenta útil pra luitar contra os seus abussos continuos.

Pola outra, está o Setor do Comércio vário, loças e negócios que infringem conscientemente o Conveniado, e que abussan da mobilidade laboral, e que tenhem como alicerce cúmplice as ETTs como aliadas.

A escaseza de possibilidades de travalho reais, e a situazóm de debem ter feito os descontos pra Seguridade Social empurran ás travalhadoras e travalhadores imigrantes a amarrar-se aos seus postos laborais, pois correm o perigo de olhar que nom se renovam as suas Autorizazóms de Ressidéncia e Travalho, se nom tenhem mínimo 6 meses cotizados cada ano.

Desejaria fazer um outro comentário sobre as máfias de estafa e escravitude da populazóm imigrante. Algumas baixo o formato legal de ONGs, outras como indivíduos, atuan nums casos dentro dum programa de cooperazóm do Ministério de Assuntos Exteriores dum e doutro país, noutros atuan a sabendas de que quem ter que vixiar, xa que ás vezes xa sabem a existéncia, seguem a se enriquecer.

Mais o que, en geral, as pessoas nom sabem é que quando uma pessoa denúncia uma máfia de imigrazóm, e a sua situazóm administrativa é irregular, a Policia incoa-lhe un Expediente sancionador cuxo resultado pode dar numa orde de expulssom. Quer dicer, que no momento que interpóm a denúncia, é-lhe iniciado esse expediente, e também se lhe retira o seu passaporte. Ao meu entender é, uma vez máis, a ausséncia de garantia do direito da pressunzóm de inocéncia. E isto acontece também na nossa bisbarra.

E nom todo fica aqui. O Governo ZP e demais partidos conchavados ponhem o grito no ceio pola cantidade de mulheres imigrantes assasinhadas pola violéncia machista. E tenho a bem lembrar que existe a instrución número 14/2005, da Secretaria de Estado para a Seguridade, na que amplamente se expóm as actuazóms que debe ter a Policia em relazóm ás mulheres imigrantes irregulares, nas que se define que no mesmo intre que uma muller agredida ou violentada denúncia ao maltratador, nesse mesmo momento incoa-se-lhe um procedimento sancionador cuxo ressultado máis probábel seja a Orde de Expulssóm. Que mulher depois de levar uma malheira é de valente pra pór uma demanda sabendo que este feito pode conlevar que a expulssem?? En fim, assitimos a uma relazóm estrangeiria/ policia demassiado estreita. Por que nom pode uma mulher imigrante irregular pór uma demanda diretamente num Julgado com garante judicial que faga prevalecer os seus direitos?

E continuo, as valentes mulheres imigrantes irregulares, quem já levam nas suas costas a possíbel orde de expulssóm, nom som suxeitas das tam cacareadas medidas de protezóm integrais da Junta de Galiza e também mom do Estado. Que acontece? Semelha que nom existem. Uma vez mais som, somos invisibilizadas...

E isto tambén acontece no nosso contorno.

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Wed, 01 Oct 2008 12:31:39 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3312 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3312 Laura Bugallo BOE núm. 228 Sábado 20 septiembre 2008 38377
I. Disposiciones generales
JEFATURA DEL ESTADO
15278 REAL DECRETO-LEY 4/2008, de 19 de septiembre,
sobre abono acumulado y de forma anticipada
de la prestación contributiva por desempleo
a trabajadores extranjeros no comunitarios
que retornen voluntariamente a sus países de
origen.
La Ley General de la Seguridad Social prevé la posibilidad
de que se abone, de forma anticipada y acumulada,
el importe de la prestación por desempleo de nivel contributivo
a que tenga derecho el trabajador y que esté pendiente
de percibir, siempre que así lo establezca un programa de
fomento del empleo; en este sentido, reglamentariamente
se ha previsto dicha posibilidad de abono de la prestación
por desempleo cuando el trabajador desempleado pretende
constituirse como trabajador autónomo o en los
casos en que vaya a incorporarse, de forma estable, como
socio trabajador o de trabajo en cooperativas o en sociedades
laborales.
Las previsiones normativas, si bien permiten el abono
de la prestación por desempleo en su modalidad de pago
anticipado y acumulado cuando la actividad profesional a
desarrollar por el trabajador desempleado se realice en
territorio español, sin embargo no permiten un tratamiento
similar cuando las expectativas de reinserción
laboral o profesional del trabajador desempleado se plantean
en el país de origen.
El presente real decreto-ley permitirá contar con un
instrumento normativo que regule el abono de la prestación
por desempleo, de forma acumulada y anticipada,
cuando el trabajador extranjero que se encuentre desempleado
en nuestro país decide retornar voluntariamente a
su país de origen. Se trata de una norma que amplía el
ámbito de derechos y de oportunidades para estos trabajadores.
El ámbito subjetivo de aplicación de las previsiones
legales se concretan en los trabajadores extranjeros no
comunitarios, que sean nacionales de países con los que
España tenga suscrito un convenio bilateral en materia de
Seguridad Social, de modo que queden asegurados los
derechos sociales de los trabajadores, al posibilitar el
cómputo de las cotizaciones realizadas en España, junto
con las que se realicen con posterioridad en cada país, lo
cual supone una garantía para sus futuras pensiones.
No obstante esta regla general, se prevé la posibilidad
de extender el beneficio señalado a trabajadores extranjeros,
nacionales de otros países, siempre que se considere
que los mismos cuentan con mecanismos de protección
social que garanticen una cobertura adecuada o en atención
a otras circunstancias específicas que puedan concurrir
en los países de origen o en los solicitantes.
Esta línea de actuación se encuadra en un marco más
amplio orientado a ordenar el fenómeno migratorio y los
flujos migratorios. Con el abono de esta modalidad de
prestación se favorecerá la reinserción laboral y profesional
en sus países de origen, se fortalecerá el desarrollo de
estos países con el retorno de trabajadores con una cualificación
y experiencia laboral enriquecida y formativa y
permitirá reforzar la relación de nuestro país con los países
de origen.
La medida parece además más oportuna en la actual
coyuntura económica de restricción de empleo, para ofrecer
a los trabajadores extranjeros oportunidades y recursos
para su inserción laboral y profesional en sus países
de origen.
La aplicación de una medida como la indicada requiere
que se haga con carácter inmediato, tanto por la coyuntura
en que se va a aplicar como por la finalidad que persigue
la misma, de dar respuesta inmediata a las necesidades
de las personas a las que va dirigida. En efecto, la
demora en su aplicación ocasionaría que las expectativas
de inserción laboral o profesional en los países de origen
y el acogimiento a las medidas de retorno voluntario no
podrían ser efectivas en muchos casos. Ello ocurriría si el
acogimiento a las medidas de retorno voluntario no
pudiera tener efecto al no poder percibir el trabajador de
forma acumulada y anticipada la prestación por desempleo
como consecuencia de la mayor tardanza en la aprobación
de las disposiciones que regulen esa forma de
cobro de la mencionada prestación. Parece lógico evitar
el retraso de una medida que amplía derechos y beneficios
a los trabajadores inmigrantes.
Todas estas razones avalan la necesidad de que la iniciativa
se ponga en marcha sin demora, acudiendo –al concurrir
las circunstancias de extraordinaria y urgente necesidad
exigibles– a las previsiones contenidas en el artículo 86 de la
Constitución para el dictado de un real decreto-ley.
En su virtud, haciendo uso de la autorización contenida
en el artículo 86 de la Constitución, a propuesta del
Ministro de Trabajo e Inmigración, y previa deliberación
del Consejo de Ministros en su reunión del día 19 de septiembre
de 2008,
D I S P O N G O :
Artículo único. Establecimiento de una modalidad de
pago anticipado y acumulado de la prestación por
desempleo, en favor de trabajadores extranjeros no
comunitarios que retornen voluntariamente a sus países
de origen.
Uno.–Con la finalidad de facilitar el retorno voluntario
a su país de origen a los trabajadores extranjeros desempleados,
el Servicio Público de Empleo Estatal podrá abonar
a aquéllos, anticipadamente y de forma acumulada,
en dos veces, el importe de la prestación contributiva por
desempleo a que tuviesen derecho.
38378 Sábado 20 septiembre 2008 BOE núm. 228
Dos.–Serán beneficiarios de la modalidad de pago
señalada en el apartado anterior, en los términos y condiciones
previstos en el presente real decreto-ley, así como
en los que puedan establecerse en las disposiciones de
desarrollo del mismo, los trabajadores desempleados
que se encuentren legalmente en España y sean nacionales
de países que, en cada momento, tengan suscrito con
España convenio bilateral en materia de Seguridad Social.
No obstante, el Ministro de Trabajo e Inmigración
podrá extender la modalidad de abono de la prestación
por desempleo señalada a los trabajadores extranjeros
nacionales de países con los que España no tenga suscrito
convenio bilateral en materia de Seguridad Social,
siempre que se considere que dichos países cuentan con
mecanismos de protección social que garanticen la dispensa
de una cobertura adecuada o en atención a otras
circunstancias específicas que puedan concurrir en los
países de origen o en los solicitantes.
Tres.–Quedan excluidos de la aplicación de este real
decreto-ley los trabajadores nacionales de países que formen
parte de la Unión Europea o del Acuerdo sobre el
Espacio Económico Europeo y de Suiza.
Cuatro.–Para poder ser beneficiario del abono de la prestación
por desempleo, en la modalidad señalada en el apartado
uno, el trabajador extranjero deberá comprometerse a
retornar a su país de origen, en el plazo de treinta días naturales
y no retornar a España en el plazo de tres años.
Cinco.–El abono anticipado y acumulado del importe de
la prestación contributiva por desempleo será equivalente a
la cuantía que corresponda a los trabajadores, en función del
número de días de prestación reconocidos en la fecha de
nacimiento del derecho o que les reste por percibir hasta su
agotamiento, desde la fecha de reanudación de la prestación
o desde la fecha de solicitud de esta modalidad de abono.
Seis.–El abono anticipado y acumulado de la prestación
contributiva por desempleo no conllevará ninguna
cotización a la Seguridad Social, por lo que de su cuantía
no se realizará deducción por la aportación del trabajador
en concepto de cotización.
Disposición adicional única. Otras ayudas para facilitar
el retorno voluntario.
Como complemento al abono anticipado y acumulado
de la prestación contributiva por desempleo, el Gobierno,
dentro de los créditos disponibles, podrá establecer ayudas
directas que faciliten el traslado voluntario de los trabajadores
extranjeros no comunitarios a sus países de
origen, así como acciones preparatorias del retorno, en
materia de información, orientación y formación para el
emprendimiento de una actividad económica.
Disposición final primera. Título competencial.
Este real decreto-ley se dicta al amparo del título competencial
previsto en el artículo 149.1.17.ª de la Constitución,
que atribuye al Estado la competencia exclusiva en
materia de legislación básica y régimen económico de la
Seguridad Social.
Disposición final segunda. Habilitación normativa.
Se faculta al Gobierno para dictar las disposiciones
generales necesarias para el desarrollo y aplicación del
presente real decreto-ley.
Disposición final tercera. Entrada en vigor.
El presente real decreto-ley entrará en vigor el mismo
día de su publicación en el «Boletín Oficial del Estado».
Dado en Madrid, el 19 de septiembre de 2008.
JUAN CARLOS R.
El Presidente del Gobierno,
JOSÉ LUIS RODRÍGUEZ ZAPATERO

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Tue, 23 Sep 2008 17:23:40 +0200
ASMIREFE http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/11/asmirefe#comment-3301 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/11/asmirefe#comment-3301 MABEL lamentablemente las cosas no resultaron bien, me echaron de la Asociacion, asi que borre el blog, ya que por lo que han dicho en la reunion , todo lo que he hecho esta muy mal.
un saludo, yo tengo mi conciencia en paz.

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Sun, 21 Sep 2008 19:30:49 +0200
A LINGUA VAISE A PIQUE http://revirate.nireblog.com/post/2007/10/12/a-lingua-vaise-a-pique#comment-3265 http://revirate.nireblog.com/post/2007/10/12/a-lingua-vaise-a-pique#comment-3265 Xoana a Beltranexa Chamamento aos traballadores e traballadoras a responder con maior presión social e maior uso da língua propia
A CIG esixe unha rectificación pública do Club Financeiro de Vigo e denuncia o ataque ao galego que supón o seu informe
O “Club Financeiro Vigo” (CFV), institución que proclama defender “os intereses dos homes e mulleres de empresa”, ven de emitir un delirante “caderno para o debate” sobre política lingüística, no que ataca as políticas de promoción do galego, defende o uso exclusivo do español como lingua que favorece a negociación e di que o uso e defensa da lingua propia podería facer as empresas sair do noso país.
Cartaz galego

Non sorprende demasiado que unha institución deste tipo estea disposta a sacrificar a nosa lingua a favor dun suposto "beneficio económico". Porén, ese beneficio nin sequera é real e só é un argumento para encobrir a súa galegofobia, pois como demostran os casos vasco e catalán o uso da lingua propia non afecta negativamente a economía, máis ben ao contrario.

No informe, ademais, méntese descaradamente, asumindo os argumentos de partidos como o PP e colectivos españolistas como "Galicia Bilingüe" que falan duns suposta imposición do galego e da imposibilidade de estudar en español algo que non acontece no noso país. De feito, a insuficiente lexislación en materia de galeguización educativa é sistematicamente incumprida, e o ensino segue a ser o principal elemento españolizador na mocidade galega.

Planificada campaña

Desde a CIG, "denunciamos este ataque por parte desta institución reaccionaria á nosa lingua, que se encadra nunha planificada campaña por parte da extrema dereita contra o galego e os poucos dereitos dos que agora mesmo desfruta, para asi facilitar a súa desaparición a favor do español".

Rectificación pública e maior presión e uso do galego

Asimesmo, desde a central sindical nacionalista, Manuel Mera, Secretario confederal de Formación Sindical e Comunicación da CIG, esixe "unha rectificación pública e unha vez máis chamamos, por tanto, ás traballadoras e traballadores galegos a responder a estas campañas con maior presión social e por suposto con un maior uso da língua propia que precisamente as clases populares e non os empresarios foron capaces de manter viva ao longo dos séculos a pesar das agresións e persecucións dos poderes políticos e económicos".

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Wed, 10 Sep 2008 17:43:18 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3249 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3249 Xoana a Beltranexa vexan: http://www.youtube.com/watch?v=msnKiYfLwmg&feature=related

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Wed, 03 Sep 2008 19:40:42 +0200
Todos con el Sahara http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/todos-con-el-sahara#comment-3221 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/todos-con-el-sahara#comment-3221 Laura Bugallo Director: Carlos González

Duración: 16’ 20”

El 11 de noviembre de 2007 la ciudad de Madrid conoció una multitudinaria concentración de unos 20 mil manifestantes en apoyo al pueblo saharaui y su lucha. Las calles de la capital se llenaron de voces de protesta por un pueblo olvidado en el desierto hace ya tres décadas. Así, con 20.000 manifestantes apoyando la causa, se comprobó que el sueño de un Sahara libe no solo es justo y legítimo, si no que además está más vivo que nunca. A pocos kilómetros de la Europa libre en la que estamos acostumbrados a vivir, día tras día se oprime a un pueblo por sus ansias de ser libres.

A pesar de la evolución de los pueblos y las sociedades, de la "libertad, igualdad y fraternidad" defendidas en la Francia post-revolucionaria, parece que siguiéramos estancados en la época absolutista. La convivencia entre los pueblos debe regirse en base a las mismas premisas que constituyen la paz social: libertad, igualdad y fraternidad. ¿No se basa la esencia de la Unión Europea en estos principios? Entonces ¿Por qué nadie hace nada? Los hijos de las nubes, como son conocidos los saharauis, han dejado de mirar al cielo en busca de nubes portadoras de lluvias. Ahora fijan su mirada atenta en nosotros, nos observan inquietos, nos observan expectantes esperando una (re)solución. Excitados por los últimos acontecimientos, nos piden una reacción contundente a la brutal represión que sufren continuamente de mano de la policía y el ejército marroquíes.

Descarga directa a través de servidor gratuito. So tes que poñer o código no cadrado da dereita (ó lado do que contén o código) e xa podes descargar (premer en Download File).

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Wed, 27 Aug 2008 09:53:01 +0200
O BNG felicita a Fernando Lugo polo seu triunfo nas eleccións presidenciais de Paraguay http://revirate.nireblog.com/post/2008/04/23/o-bng-felicita-a-fernando-lugo-polo-seu-triunfo-nas-eleccions-presidenciais-de-paraguay#comment-3193 http://revirate.nireblog.com/post/2008/04/23/o-bng-felicita-a-fernando-lugo-polo-seu-triunfo-nas-eleccions-presidenciais-de-paraguay#comment-3193 Laura Bugallo galizacig.com (web)
A central nacionalista galega foi convidada polo movemento sindical paraguaio
A CIG asiste á toma de posesión de Fernando Lugo como presidente de Paraguai
O 15 de agosto de 2008 é unha data emblemática para o pobo paraguaio. Despois de 61 anos de gobernos reaccionarios e antipopulares, con dictaduras militares incluídas, amparados nas siglas do Partido Colorado, un presidente con visión progresista elixido democraticamente no mes de abril vai asumir as súas funcións.
Bandeira do Paraguai

A CIG, que xa fora convidada para participar como observadora internacional no proceso electoral de abril, é unha das organizacións sindicais que estarán presentes nos actos oficiais que se terán nos próximos días.

Coa asunción de Fernando Lugo, o Paraguai súmase ao grupo de países latinoamericanos que - con enfoques e orientacións non sempre coincidentes – intentan mellorar as condicións de vida das súas respectivas poboacións que na súa maior parte viven na pobreza ou, nunha alta porcentaxe, na miseria. Nesta última década, Arxentina, Bolivia, Brasil, Chile, Ecuador, Nicaragua, Uruguai, Venezuela e agora o Paraguai, pasaron a ser a manifestación externa dun mar de fondo que recorre Latinoamérica provocando un cambio xeopolítico transcendental. Sen esquecer as evidentes e moi profundas diferenzas entre os camiños e modelos elixidos, hai sen embargo tres coincidencias fundamentais: reforzo da soberanía nacional fronte ao imperialismo económico e político exercido implacablemente polos Estados Unidos; incremento da intervención do Estado – como actor económico e con actuacións lexislativas – fronte ao dogma do neoliberalismo; fortalecemento dos movementos sociais populares (por veces paradoxal) fonte ao protagonismo individual.

Fernando Lugo, ex-bispo católico moi ligado á Teoloxía da Liberación, chega á Presidencia apoiado por unha morea de organizacións e movementos de moi distinto signo agrupados nunha coalición política constituída en setembro do 2007: a Alianza Política para o Cambio-APC. Integrando a APC, ou apoiando a Lugo sen entrar na APC, liberais (inimigos políticos dos Colorados desde1860, que van ocupar o núcleo dos ministerios económicos no novo goberno), socialdemócratas e comunistas, movemento sindical, campesiño e popular, “colorados” disidentes e, moi especialmente, os sectores máis desfavorecidos da sociedade paraguaia puxeron a Lugo na presidencia creando inmensas expectativas de esperanza e ilusión nun pobo marcado por unha historia tráxica de guerras, moi altas taxas de emigración (o Paraguai ten unha poboación de algo máis de 5 millóns de habitantes, dos que arredor de 1 millón vive na Arxentina), hipercorrupción e con contrabando como un dos principais aportes ao PIB.

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Tue, 19 Aug 2008 10:12:47 +0200
A LINGUA VAISE A PIQUE http://revirate.nireblog.com/post/2007/10/12/a-lingua-vaise-a-pique#comment-3192 http://revirate.nireblog.com/post/2007/10/12/a-lingua-vaise-a-pique#comment-3192 Xoana a Beltranexa galizacig.com (web)

Rafa Villar, escritor e responsábel de Normalización Lingüística da CIG
“A Real Academia Galega non está á altura da sociedade”
Rafa Villar (Cee, 1968) é escritor, articulista e responsábel do departamento de Normalización Lingüística da CIG. Foi galardoado recentemente co Premio de Poesía Cidade de Ourense polo seu libro “Migracións”, unha obra de compromiso social “coa xente excluída e marxinada do sistema”. Villar fala do libro na seguinte entrevista e reflexiona sobre a situación da literatura e da lingua do país.
Entrevista a Rafa Villar
Rafa Villar.

Cales foron os motivos que te impulsaron a escribir “Migracións”? Que queres expresar co libro?

Rafa Villar: O tema do libro é moi do noso tempo, de compromiso social. O punto de vista non é o típico “eu” do poeta. Ao contrario, tomo partido para ser voz desas persoas, colectivos e clases sociais que están á marxe do sistema, isto é, a xente que está na periferia das cousas importantes.

O compromiso non se entende sen unha visión política das cousas. Nestes momentos, o poder económico e as institucións europeas están a realizar unha ofensiva contra a inmigración e os inmigrantes van ser os primeiros que paguen a crise que fabrica o propio sistema. Queren que sexan os sectores máis desprotexidos os que paguen a crise. No libro, esta preocupación é unha constante.

Que representa “Migracións” na túa traxectoria poética?

Rafa Villar: Nos quince anos que levo escribindo e publicando, Migracións parte dunha traxectoria porque os temas son basicamente os mesmos, temas de carácter social, político e ideolóxico. Creo que, se cadra, este libro é aínda máis comprometido socialmente. Hai un afastamento do punto de vista máis persoal, poético, para implicarme cos que sofren. Este é o sentido máis novidoso de Migracións.

Como avalías o estado de saúde da literatura galega actual?

Rafa Villar: Moi positivo na parte que atinxe aos creadores, porque hai moita xente escribindo nos diferentes xéneros e estamos coexistindo diferentes xeracións. Agora, que pasa? O noso é un sistema literario débil porque así o é a consideración da lingua, da cultura e do propio país, que non ten soberanía, que é dependente, que non conta cun estado propio. Isto impide que esteamos nunha situación normal. Na literatura vivímolo máis porque é unha actividade pública que depende dunha serie de resortes que van desde as editoras, os libreiros, a promoción nos medios.

Hoxe hai bastante invisibilidade en Galiza sobre o propio sistema literario do país. É máis importante para os medios de comunicación ou para os libreiros o último “premio Guadalajara de novela” que o premio Xerais.

Creo que hai moitas cousas do sistema literario que fallan pero, curiosamente, na parte creativa segue a haber xente que aposta pola lingua. Segue sendo unha heroicidade que un rapaz novo aposte por crear e facer literatura en galego. Ademais, hai xente cunhas capacidades impresionantes para escribir e para chegar aos lectores.
Sociolingüística

Até que grao está a lexitimada a Real Academia Galega (RAG) para dicir cal é nome do país?

Rafa Villar: A RAG parte dunha escasa lexitimación social neste país. Cumpriu historicamente un papel subsidiario e non está á altura da sociedade galega. É certo que no período de Fernández del Riego houbo a incorporación de xente nova que estivera proscrita, xente do nacionalismo. Houbo un cambio pero a RAG aínda segue estando lastrada por sectores que, desde logo, non pensan neste país nin teñen a cabeza posta neste país. Dalgunha maneira viven da súa existencia, de que existe unha lingua, unha historia, pero non senten o país.

A RAG non fai unha aposta clara pola normalización, que sería o básico nunha academia. Tería que liderar socialmente este tema criticando determinadas actuacións, apelando aos poderes públicos para que manifesten outro tipo de actitudes respecto da linga propia. Non o fai.

Curiosamente, cando se dan pequenos conflitos, como ocorre co nome do país, a RAG, aínda non tendo potestade ningunha, porque non a ten legalmente, pronúnciase cunha intencionalidade de situar o país noutras coordenadas que non son as que sentimos os que queremos a Galiza, os que aspiramos a que teña capacidade de decisión propia. A Academia non está á altura da sociedade nin das funcións que debería ter unha academia en Galiza, coa preocupación básica polo idioma e pola extensión dos seus usos sociais.

A dedicatoria do vindeiro Días das Letras a Ramón Piñeiro en detrimento de figuras como a de Carvalho Calero tamén é sintomático.

O recoñecemento a Carvalho Calero e a aposta pola lingua son as grandes cuestións pendentes da RAG. No caso de Carvalho, non se fai ese recoñecemento, como é obvio, polos posicionamentos reintegracionistas que mantivo nos últimos tempos, como se isto negase toda unha traxectoria histórica de servizo ao país, cunha grande investigación filolóxica e literaria. Hai sectores da Academia que son moi reaccionarios. Hai que dicilo así. E unha figura como Carvalho atragóaselles.

En canto ao recoñecemento de Ramón Piñeiro, evidentemente, hai factores políticos que inflúen e non é casual que goberne o PSOE, formación política pola que Piñeiro apostou claramente nos últimos anos. Tampouco está á marxe que se queira recoñecer un determinado tipo de galeguismo fronte ao practicado polo nacionalismo galego. Tamén hai que dicir que, coas súas luces e sombras, Piñeiro tivo un papel relevante no mundo cultural galego durante practicamente corenta anos. Creo que houbo proxectos nos que participou que foron positivos para o país.

Como interpretas a virulencia que adquiriron nos últimos tempos os ataques ao galego por parte dos sectores máis ultras do españolismo como “Galicia Bilingüe”, a “Mesa por la Libertad Lingüística” ou a COPE?

Rafa Villar: Creo que actúan de xeito mimético a como o fan os españolistas en Cataluña ou no País Vasco. É certo que aquí houbo algún avance no ensino, cun novo decreto que, polo menos, dá máis garantías ao galego ao marcar maiores cotas nos centros de ensino non universitario. Existe unha bola de neve que se crea na metrópole, fundamentalmente, para atacar os avances normalizadores en Cataluña. Entón, aquí están aproveitando para criticar as catro cousas que se intentan facer. Se hai unha lingua oprimida e de carácter secundario, esa é o galego. O sarcasmo é querer aparecer socialmente como vítimas os que son os verdugos da lingua. Son sectores minoritarios que contan cun apoio mediático importante e co amparo político do PP.

A supervivencia do galego pasa por un achegamento á Lusofonía?

Rafa Villar: A supervivencia depende da capacidade que teña a sociedade galega para resistir e manter viva a lingua. Esa capacidade e esa resistencia máis ou menos consciente teñen que unirse á autoorganización da sociedade en torno á defensa da lingua.

Respecto á orientación lingüístico-filolóxica, eu son partidario dun achegamento ao mundo da Lusofonía ou, mellor dito, da Galegofonía, porque onde naceu a lingua foi aquí. Creo que o achegamento á Lusofonía é un horizonte estratéxico. Terían que darse pasos progresivos. Pero considero que a implantación da norma portuguesa agora, nun momento en que a lingua ten tantas debilidades e está a ser tan atacada, non ía ser percibida por unha maioría social de forma intelixíbel e a rexeitaría. Pero eu si avanzaría incluíndo o portugués nos centros de ensino, coa recepción en Galiza das televisións e radios portuguesas, con maiores intercambios entre as propias administracións. Hai que intensificar os lazos co mundo da Lusofonía.

migracións

1

abatidos os corpos

reaparecen vomitados nas praias varridas

son vidas fumegantes

que apenas alentan baixo o frío

e non se sabe como

pero son quen aínda de exhalar tenrura

eles

migrantes do século xxi

tripulando tanta soidade

fronte a nós

bárbaros e medoñentos

case humanos, diría

2

cantas crónicas de nós

parten dun peirao errante e dun barco gris

e de longuísimos adeuses sen reloxo

quixeramos esquecelo

como se adoita esquecer

aquilo que máis proe

mais é difícil

envaiñar cousas como a memoria

a memoria

que se sostén contra toda evidencia

coma un ladrido lonxe

seca, dura e violenta a memoria

que nos devolve ao espello

inutilmente crebado de nós

Do libro MIGRACIÓNS (2008)

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Tue, 19 Aug 2008 10:06:08 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3191 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3191 Xoana a Beltranexa galizacig.com (web)
Irlanda

Europa fala de paz, pero prepara dubidosas guerras xunto ao exército estadounidense. Fala de progreso, pero organiza a desregulación laboral. Fala de ecoloxía, de seguridade alimentaria, e á vez levanta o embargo de once anos sobre a importación de polos estadounidenses. Fala de liberdade, e oficializa unha “directiva da vergoña” segundo a cal os estranxeiros en situación irregular poderán ser detidos durante 18 meses antes de ser expulsados...

Imaxinemos que un xurado popular dá en pronunciar un veredito de absolución, e que o presidente do tribunal concede novamente a palabra ao fiscal para que prosiga coa súa alegación. E que esta vez, logra condenar o acusado. Por que non, se o 12 de xuño pasado, pouco despois de que os irlandeses rexeitasen por ampla maioría o Tratado de Lisboa (que só pode entrar en vigor se é aprobado pola totalidade dos vinte e sete Estados membro da Unión Europea), a maioría dos dirixentes europeos fixo saber que o proceso de ratificación seguiría adiante...

“Europa” está afeita a que as súas elites atenten contra a soberanía popular. Volveuse o seu signo distintivo, mesmo cando se presenta como o reino da democracia na Terra.

Porque rexeitaron un tratado “simplificado” suficientemente incomprensíbel como para que o seu primeiro ministro Brian Cowen admitise que non logrou lelo integramente, os irlandeses terían, segundo un deputado europeo, resucitado a lembranza dunha “democracia popular”. “Non é por casualidade que o referendo é o procedemento máis apreciado dos ditadores”, confirmou un dos seus colegas (1). Pola súa banda, o presidente do Parlamento Europeo, Hans-Gert Pöttering, concluía: “o ‘non’ irlandés non pode ser a derradeira palabra” (2). Haberá pois un segundo referendo sobre o tratado de Lisboa, e se cadra tamén un terceiro: en Dublín haberá que votar ata que gañe o ‘si’, pois así o reclaman... os Estados onde os electores non foron consultados nin unha soa vez.

Os irlandeses teñen a culpa! Ingratos, egoístas, populistas, cústalles elevarse ao nivel de xenerosidade e de abnegación da súa clase dirixente. Salvo cando, ao darlles o poder, lle conceden mandato para aplicar “reformas audaces”. Pero neses casos, non votan unha segunda vez. Niso, son de feito moi europeos...

O mecanismo atrancou. A marca Europa espallouse e vendeuse sen cesar, evocando a paz, a prosperidade, a xustiza, a igualdade. Imprimiu lindos afiches, cun ceo moi azul e nais que aman os seus fillos; dispón dunha nora de xornalistas e de artistas que militan por ela incansabelmente; coloquios, reunións e subvencións fabrican Europa coa mesma seguridade que os muíños moven aire. Pero ninguén axita a súa bandeira. A súa identidade parece a tal punto evanescente, que cando Europa imaxina unha moeda común, o único rostro impreso nos billetes é o da vida cara.

Europa fala de paz, pero prepara dubidosas guerras xunto ao exército estadounidense. Fala de progreso, pero organiza a desregulación laboral. Fala de cultura, pero redacta unha directiva, Televisión sen fronteiras, que terá como principal resultado aumentar a frecuencia dos cortes publicitarios. Fala de ecoloxía, de seguridade alimentaria, e á vez levanta o embargo de once anos sobre a importación de polos estadounidenses, probabelmente sometidos a baños de cloro (3). Para rematar, fala de liberdade, e oficializa unha “directiva da vergoña” segundo a cal os estranxeiros en situación irregular poderán ser detidos durante 18 meses antes de ser expulsados.

Cumprir coa promesa europea esixía igualar polo alto: liberdades, dereito social, fiscalidade progresiva, independencia. No nome da unificación, fíxose o contrario e reducíronse os logros obtidos nos Estados máis avanzados. O resultado é a detención prolongada, o traballo nocturno estendido ás mulleres, o libre comercio, o atlantismo. Semellante reacción acabou parindo unha Europa social: a que di ‘non’. Vendo que en Irlanda as mulleres, os mozos de 18 a 29 anos, os obreiros e os empregados, rexeitaron masivamente o texto que se lles propuxo, o semanario The Economist ironizou: “Un colexio electoral parecido aos do século XIX, é dicir, limitado aos propietarios de certa idade e sexo masculino, tería producido un ‘si’ masivo ao tratado de Lisboa? (4). Que Europa se pode esperar construír volvendo ao sufraxio censitario (5)?

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Tue, 19 Aug 2008 08:58:27 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3190 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3190 Xoana a Beltranexa Nas Terras de Pondal (web)

Domingo, 22 de xuño de 2008

Moito toca falar ultimamente de Europa, pero case que non queda outra. A clase política europea aínda se pregunta polo non de Irlanda, e quizais parte do rexeitamento que a Europa que nos queren construír xera estea ben ás claras en feitos que se viron esta semana. Xa temos falado aquí da pretensión de ampliar a xornada laboral semanal máxima a 65 horas, o cal ninguén en Europa lles vai perdoar, e agora destápanse coa aprobación dunha directiva brutal cara á inmigración, que case nos pode levar a falar directamente de racismo. Esta non é a Europa que queremos.

A nova directiva europea pretende, seica, harmonizar as políticas europeas en materia de inmigración, isto é, buscar unha postura común. E esta pretensión, a da postura común, ten unha parte perdedora, coma sempre, a máis feble. O colectivo inmigrante perde aínda máis dereitos, deixando case de ser persoas para converterse en papeis: se tes documento es persoa, senón non o temos de todo claro.

A directiva da vergoña permite, por exemplo, que se poida reter a inmigrantes ilegais até 18 meses. 18 meses!! 18 meses de privación de liberdade (chamaríase secuestro, se non fose que quen executa é o estado) polo único delito coñecido de carecer dun papel. Pero o máis vergoñente non é xa iso, é que non houbo unanimidade na votación (aprobouse só por 40 votos de marxe no parlamento europeo), pero non “pola esquerda”, senón porque había países como Francia que aínda pedían medidas máis duras.

Nós témolo claro. Esta Europa que nos están a construír non é a que queremos. Tras o non de Irlanda déronlle unha nova marxe, e albíscase un novo referendo. Chequia e Gran Bretaña están en dúbidas legais e non está claro se terán que facer referendo ou non. Agardemos que a voz da cidadanía acabe abrindo as orellas á clase dirixente europea.

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Tue, 19 Aug 2008 08:53:21 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3189 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3189 Xoana a Beltranexa ESTUDIOS DE INMIGRACIÓN (web), domingo 11 de mayo de 2008
Non á directiva da vergoña
O debate sobre a directiva europea contra a inmigración irregular (coñecida pola directiva da vergonza) prevé un recorte de dereitos e liberdades en Europa dos inmigrantes en situación irregular: detención de menores estranxeiros violando os dereitos do neno, aumento a 18 meses do período de encerro de estranxeiros en situación irregular (cando na actualidade o período é de 40 días), etc. Ante esto o goberno español adoptou unha posición ambígüa dacordo co seu propósito de endurecer a súa política de inmigración que pasa por aumentar o período de internamento (declaraciones de Pérez Rubalcaba) y dejar sólos en las críticas contra esta directiva a sus homógolos socialistas franceses e italianos. En definitiva, é vergonzosa a posición do PSOE arrebatándolle parte do seu discurso (anti)inmigración ó propio Partido Popular, nun momento en que está crecendo os sentimentos xenófobos na sociedade española, e no que só podemos escoitar ó Ministro de Traballo e Inmigración, Celestino Corbacho, dicir cousas en negativo sobre os cidadáns estranxeiros que residen en España: "sería nefasto para la inmigración que el último que llega imponga sus normas" (¿pero es que acaso a maioría dominante está ameazada polo nosos novos hóspedes?), "veo razonable que los inmigrantes puedan votar, pero con limitaciones" (¿con que limitacións?, ¿non defende este goberno a creación de novos dereitos?, ¿ten medo o goberno a esa hipotética nova bolsa de votantes? (inaudito), "tenemos que evitar el modelo americano, que un área metropolitana se segmente por poblaciones de origen es lo peor que puede pasar", etc. Con este discurso negativizador sobre a inmigración, por non dicir reaccionario, parece que o conxunto da cidadanía só escoita un único discurso, e rápido se esquece que o crecemento económico de España débese en máis dun 50% á chegada de inmigrantes, nembargantes, este Estado rácano ten invertido só uns 700 millóns en políticas de integración no período 2004-2008. Evidentemente, o goberno fai caixa, aforra en gasto social e aínda por riba, en época de crise estigmatiza ás persoas inmigrantes. Vergoñento! Pero, para empezar a combater os ventos reaccionarios europeos, é preciso que asinemos contra a direccitva da vergoña, clicando no seguinte link.
Publicado por Toxo en 6:03

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Tue, 19 Aug 2008 08:42:24 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3188 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3188 Xoana a Beltranexa Evo Morales, en you tube
http://www.youtube.com/watch?v=msnKiYfLwmg&feature=related

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Tue, 19 Aug 2008 08:34:14 +0200
ADEUS EUROPA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3187 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/14/adeus-europa#comment-3187 Xoana a Beltranexa Evo Morales, en you tube
http://www.youtube.com/watch?v=msnKiYfLwmg&feature=related

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Tue, 19 Aug 2008 08:34:12 +0200
ASMIREFE http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/11/asmirefe#comment-3155 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/11/asmirefe#comment-3155 mabel gracias, ahi estamos, poniendo día a día las ultimas informaciones que nos compete.
saludos y gracias por su apoyo!

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Sat, 02 Aug 2008 11:02:13 +0200
Sada lembra os irmáns Suárez Picallo http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/17/sada-lembra-os-irmans-suarez-picallo#comment-3125 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/17/sada-lembra-os-irmans-suarez-picallo#comment-3125 Manuel Pérez Lorenzo (Comisión Irmáns Suárez Picallo) Grazas pola atención prestada neste blog aos actos do Ano Irmáns Suárez Picallo, contribuíndo á súa difus

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Wed, 23 Jul 2008 10:11:09 +0200
VII Festa Rachada da Baña http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3067 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3067 Marie so long - La Bana, xxx from uk and singapore. Have been to the most wonderful cities in the world, but never forget. All my love A Bana, from me and my son, besos. Cuantos recuerdos!

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Tue, 08 Jul 2008 16:16:46 +0200
Caza do home http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/04/caza-do-home#comment-3062 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/04/caza-do-home#comment-3062 Laura Bugallo NON, non á diretiva da vergoña!! Eu son inmigrante no sistema colonizador español, son galega e internacionalista... que veñan a por nós que somos todas e todos!!
Laura Bugallo
Para Ver:
http://estrecho.indymedia.org/newswire/display/74150/index.php

TRIBUNA LATINA.COM
Fecha de publicación: 01/07/2008

Gustavo Franco Cruz *
Trabajadores extraterrestres y noticias guerreristas
Regimientos de soldados, vehículos blindados, sofisticadas armas para reducir personas, puestos de vigilancia permanente en mar, tierra y aire, rambos entrenados en la lucha antimigratoria... Es mi propia ficción de lo que podría ser la política migratoria en pocos años. Muestra de ello son dos noticias de distintos puntos de España.

La primera es de Salamanca. De la importante fábrica aeronáutica EADS acaba de salir la primera aeronave fabricada especialmente para el control aéreo de las fronteras. Un avión que permitirá a la Guardia Civil sobrevolar la amenaza fronteriza del siglo XXI, los cayucos destartalados que zarpan de las costas africanas con su tripulación famélica.

La segunda viene de la pequeña localidad murciana de Torre Pacheco, que con menos de 30 mil habitantes, tiene casi un 25% de extranjeros, la mayoría marroquíes y latinoamericanos. Como el desembarco en tierras enemigas, llegaron el viernes 60 policías en furgones y autocares para sacar de las tiendas, cibercafés y restaurantes a todo inmigrante que tuviera la mala suerte de caminar por la calle. Primero cercaron las calles para crear un gigantesco corral, donde encerraron en una plaza, un estacionamiento y la antigua sede del Ayuntamiento, a 300 personas. Hasta el delegado del Gobierno, Rafael González, se mostró sorprendido (nota relacionada).

La pose guerrerista se asienta lenta pero segura. Aunque ésta no es una guerra, recurre a las mismas estrategias: inversión en recursos –el encargo de construir un avión– y ataque por sorpresa –el operativo en Torre Pacheco comenzó a las 19:00 y terminó a la medianoche– con policías enviados desde otras localidades –es evidente que 60 policías siguen una orden explícita, no un control rutinario, como se empeñó en afirmar la Policía.

La invasión alienígena de la Guerra de los mundos de H. G. Wells no pierde su vigencia. Si antes era la crítica de los abusos coloniales del siglo XIX, habrá que hacer nuestra adaptación posmoderna con buques construidos con pateras posmodernas y trabajadores inmigrantes con poderes extraterrestres.
TRIBUNA LATINA.COM
Testimonio de Ibrahim Robi, de la Asociación Ennibras
“En diez años nunca vi algo así”
“Estaba en la avenida principal, la de la estación, a las 19:00 horas. La calle había sido cortada y la Policía local intentaba poner orden en el tráfico, que tenía que ser desviado. Tres o cuatro calles bloqueadas en total. Vi cómo la Policía intentaba llevar a la gente a lugares donde se concentraban, rodeados de los policías. Se crearon cuatro zonas: el estacionamiento de un supermercado, una plaza pequeña, la avenida de la estación y el antiguo Ayuntamiento.

“Había furgones grandes, donde se llevaban gente de una zona a otra; nadie sabía qué pasaba, simplemente esperaban a la gente que salía de los locutorios, donde estaba todo acordonado. Así, el que salía era conducido a los sitios sin preguntarle nada. Uno que salía a comprar la fruta me dijo que de repente se encontraba detenido. Había un par de mujeres con niños, era una situación de pánico. La gente estaba asustada, porque éste es un pueblo pequeño y fue algo inesperado. No había ocurrido nunca antes en Murcia. Mientras, los autóctonos veían todo como en una película. Prácticamente se habían tomado el pueblo.

“Yo estaba alejado y me salvé, aunque tengo mis papeles en regla. Duró todo hasta la medianoche, más o menos. De los motivos reales de la actuación no se sabe nada. Habría que preguntar al delegado del Gobierno, que fue designado hace poco, después de las elecciones.

“Vivo aquí hace diez años y nunca antes había visto algo así. Me parece una barbaridad, es una hipocresía del primer mundo. En Torre Pacheco la mayoría de inmigrantes se dedica a las tareas agrícolas y de la construcción, desde hace muchos años que aquí vienen extranjeros.”

MUGAK Observatorio de los medios
Los inmigrantes de Murcia critican el "racismo" policial
El delegado del Gobierno mostró su "indignación" por la actitud de los agentes en Torre Pacheco
Público, , 2008-07-01
El delegado del Gobierno en Murcia, Rafael Gónzalez Tovar, transmitió ayer su “sorpresa” por “cómo actuó la policía” durante la redada de inmigrantes que tuvo lugar el pasado viernes en Torre Pacheco (Murcia). Durante el encuentro que mantuvo ayer con la Asociación de Trabajadores Inmigrantes Marroquíes en España (ATIME), Tovar aseguró que se trataba de un control rutinario y que “estaba indignado por la actitud de algunos agentes”. El delegado del Gobierno prometió que iba a investigar lo sucedido y que daría una explicación pública en breve. También quiso transmitir tranquilidad y seguridad a la comunidad marroquí.
La redada ha desatado las críticas. Mohamed Karim, miembro de la junta directiva nacional de ATIME, calificó los hechos como “una agresiva redada sin precedentes en España”. Esta organización asegura que fueron más de 1.000 los inmigrantes identificados, y más de medio centenar los detenidos. La policía entró en locutorios, cafeterías, comercios y en la mezquita en hora de oración. Las persecuciones se prolongaron seis horas, en algunos momentos con violencia verbal y física, declaran testigos presenciales. Karim las compara con la política del “apartheid, con una discriminación racial que contradice todos los tratados y convenciones de derechos humanos”. Incertidumbre
El colectivo marroquí, unas 60.000 personas en la Región de Murcia, tiene miedo. “Incluso los inmigrantes con papeles se escapaban”, explica el representante de ATIME. “Tenemos incertidumbre, por nuestro trabajo y por nuestro futuro. Están intoxicando con informaciones dañinas que aseguran que nos van a echar a todos”, agrega.
Pese a todo, muchos marroquíes, como Alí, no quieren volver a su país: “Aún no tengo papeles, pero al menos gano para alimentar a mi familia. Nos miran con recelo y nos tienen miedo desde los atentados de Nueva York y Madrid. Pero somos nosotros los que estamos atemorizados”.
ATIME ha pedido amparo al gobierno de Marruecos para que se manifieste sobre lo ocurrido y vele por los derechos y la dignidad de sus ciudadanos. También responsabiliza al Ministerio de Interior y a la Delegación del Gobierno, y exige que “respondan ante la opinión pública y la justicia”.
La comunidad marroquí celebró el domingo una asamblea en la que decidió actuaciones legales y una manifestación el próximo domingo, a las 12 del mediodía, ante la Delegación del Gobierno.
El líder de Izquierda Unida en la Región de Murcia, José Antonio Pujante, manifestó que “se ha producido una persecución sin cuartel que apuesta claramente por la represión”.

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Mon, 07 Jul 2008 18:14:43 +0200
Caza do home http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/04/caza-do-home#comment-3061 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/04/caza-do-home#comment-3061 Xoana a Beltranexa Los inmigrantes de Murcia critican el "racismo" policial

El delegado del Gobierno mostró su "indignación" por la actitud de los agentes en Torre Pacheco

Decenas de inmigrantes durante una manifestación a favor de sus derechos, celebrada en Murcia hace varios años. EFE
JESÚS PONS - Torrepacheco (Murcia) - 30/06/2008 21:27

El delegado del Gobierno en Murcia, Rafael Gónzalez Tovar, transmitió ayer su "sorpresa" por "cómo actuó la policía" durante la redada de inmigrantes que tuvo lugar el pasado viernes en Torre Pacheco (Murcia). Durante el encuentro que mantuvo ayer con la Asociación de Trabajadores Inmigrantes Marroquíes en España (ATIME), Tovar aseguró que se trataba de un control rutinario y que "estaba indignado por la actitud de algunos agentes". El delegado del Gobierno prometió que iba a investigar lo sucedido y que daría una explicación pública en breve. También quiso transmitir tranquilidad y seguridad a la comunidad marroquí.

La redada ha desatado las críticas. Mohamed Karim, miembro de la junta directiva nacional de ATIME, calificó los hechos como "una agresiva redada sin precedentes en España". Esta organización asegura que fueron más de 1.000 los inmigrantes identificados, y más de medio centenar los detenidos. La policía entró en locutorios, cafeterías, comercios y en la mezquita en hora de oración. Las persecuciones se prolongaron seis horas, en algunos momentos con violencia verbal y física, declaran testigos presenciales. Karim las compara con la política del "apartheid, con una discriminación racial que contradice todos los tratados y convenciones de derechos humanos".
Incertidumbre

El colectivo marroquí, unas 60.000 personas en la Región de Murcia, tiene miedo. "Incluso los inmigrantes con papeles se escapaban", explica el representante de ATIME. "Tenemos incertidumbre, por nuestro trabajo y por nuestro futuro. Están intoxicando con informaciones dañinas que aseguran que nos van a echar a todos", agrega.

Pese a todo, muchos marroquíes, como Alí, no quieren volver a su país: "Aún no tengo papeles, pero al menos gano para alimentar a mi familia. Nos miran con recelo y nos tienen miedo desde los atentados de Nueva York y Madrid. Pero somos nosotros los que estamos atemorizados".

ATIME ha pedido amparo al gobierno de Marruecos para que se manifieste sobre lo ocurrido y vele por los derechos y la dignidad de sus ciudadanos. También responsabiliza al Ministerio de Interior y a la Delegación del Gobierno, y exige que "respondan ante la opinión pública y la justicia".

La comunidad marroquí celebró el domingo una asamblea en la que decidió actuaciones legales y una manifestación el próximo domingo, a las 12 del mediodía, ante la Delegación del Gobierno.

El líder de Izquierda Unida en la Región de Murcia, José Antonio Pujante, manifestó que "se ha producido una persecución sin cuartel que apuesta claramente por la represión".

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Mon, 07 Jul 2008 18:04:29 +0200
XÚA http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/05/xua#comment-3060 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/05/xua#comment-3060 Laura Bugallo Xúa son un quinteto novo de moita experiencia. Novo porque debutan discográficamente como grupo, pero individualmente os seus compoñentes teñen participado en diferentes experiencias musicais que van desde tocar con grupos de longa historia como Brath ou Fía na Roca hasta actuar con agrupacións máis novas como Anubía ou Driade. Estas moitas horas de escenario nótanse nunha banda que, aínda que basa a súa filosofía sonora na tradición do folk galego, non renuncia a incorporación de ritmos procedentes doutras disciplinas artísticas que cheiran a jazz ou a funk. Tampouco renuncia o combo a aproveitar sons doutras culturas, como é o caso dos ritmos eslavos que se poden escoitar e que, supoñemos, proceden de Vazdim Yukhnevich, que se encarga do acordeón de botóns....
Callobre, Tes razón meu, mais é unha que non cura nin pretende...bicos!!

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Mon, 07 Jul 2008 18:01:28 +0200
Caza do home http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/04/caza-do-home#comment-3057 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/04/caza-do-home#comment-3057 mabel les cuento que el video lo sacaron de youtube, te aparece un cartelito "sorry.... is available" .. no se que cuanto...
Esto es algo raro. Por suerte yo lo habia bajado, el que lo quiera que me diga.
TODO ESTO ES UN ASCO, TODO SE PUDRE EN EUROPA.....

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Sun, 06 Jul 2008 00:06:32 +0200
VII Festa Rachada da Baña http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3049 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3049 Xoana a Beltranexa Berrogüetto
http://www.youtube.com/watch?v=91mlJAFryjU

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Fri, 04 Jul 2008 19:19:15 +0200
VII Festa Rachada da Baña http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3048 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3048 Xoana a Beltranexa LUAR NA LUBRE http://www.youtube.com/watch?v=rtslL1i_gh8

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Fri, 04 Jul 2008 19:15:24 +0200
VII Festa Rachada da Baña http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3047 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/vii-festa-rachada-da-bana#comment-3047 Laura Bugallo FESTIVAL FOLK ORTIGUEIRA 2008
http://www.festivaldeortigueira.com/imx/cartel_portada08.png

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Fri, 04 Jul 2008 19:12:30 +0200
“Escenas de Montevideo”, por Eduardo Galeano http://revirate.nireblog.com/post/2008/04/13/%e2%80%9cescenas-de-montevideo%e2%80%9d-por-eduardo-galeano#comment-3045 http://revirate.nireblog.com/post/2008/04/13/%e2%80%9cescenas-de-montevideo%e2%80%9d-por-eduardo-galeano#comment-3045 Laura Bugallo Xúa son un quinteto novo de moita experiencia. Novo porque debutan discográficamente como grupo, pero individualmente os seus compoñentes teñen participado en diferentes experiencias musicais que van desde tocar con grupos de longa historia como Brath ou Fía na Roca hasta actuar con agrupacións máis novas como Anubía ou Driade. Estas moitas horas de escenario nótanse nunha banda que, aínda que basa a súa filosofía sonora na tradición do folk galego, non renuncia a incorporación de ritmos procedentes doutras disciplinas artísticas que cheiran a jazz ou a funk. Tampouco renuncia o combo a aproveitar sons doutras culturas, como é o caso dos ritmos eslavos que se poden escoitar e que, supoñemos, proceden de Vazdim Yukhnevich, que se encarga do acordeón de botóns.

Outra das características de Xúa é a preeminencia da voz humana, neste caso a da estupenda Nuria de León, que é o vehículo dunhas letras que navegan por moitos temas diferentes. Xúa gravou o que se poden denominar como metacancións, posto que falan do que significa o oficio de músico, concretamente das loitas que moitas veces se establecen co instrumento no momento das afinacións. Neste mesmo campo artístico, os Xúa tamén falan dos que se dedican a cantar en «Cencantares» e dos afeccionados ao baile en «Non mirai». A banda tamén trata outra das características históricas dos músicos en Galicia: a lingua do barallete. O propio nome do grupo é unha palabra do barallete, posto que «xúa» significa «lume». A xerga era empleada con diferentes variacións por todolos oficios que tiñan un carácter ambulante como afiadores, capadores, paragüeiros ou os propios músicos.

Xúa tamén deixou sitio no seu primeiro disco para a literatura. A banda adaptou poemas como «Illas» de Celso Emilio Ferreiro, unha composición de García Lorca como «Danza da lúa en Santiago», que o grupo rebautizou como «Xotalúa», e unha traducción-adaptación dun texto de Eduardo Galeano titulado «Patas arriba» que Xúa bautizou como «Pregóns da lanterna máxica».

Con todos este mimbres musicais e literarios, o debú de Xúa é sorprendente pola súa madurez musical, o que os salvou de cometer os erros clásicos de principiantes e facturar un disco moi sólido e disfrutable en tódolos os seus aspectos: composición, execución e producción.
http://www.sonsgaliza.com/Xua/xua.htm

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Fri, 04 Jul 2008 17:18:13 +0200
As tres leis do inmigrante http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/as-tres-leis-do-inmigrante#comment-3038 http://revirate.nireblog.com/post/2008/07/02/as-tres-leis-do-inmigrante#comment-3038 Silvio Estar fodido é unha tarde de inverno ver pasar aos coches alleos e veloces cando esperas un autobús que nunca chega. Velos pasar por diante de ti, coma se non existises; cheos de xente estraña que non repara en ti, ese detalle recostado no poste, ese obxecto máis na paisaxe. Mentres ti, que tes frío, séntesche fóra dese mundo de destinos e présas.
Posto que o teu mundo é lento, tan lento, que cando chega o bus e alcanzas por fin a meterche nese pedazo de mundo, miras pola fiestra e recoñeces o coche vermello e novo que pasou diante dos teus ollos como un soño, e que xa está de volta do seu, de calquera que fose o seu destino.
Con todo para ti non fixo máis que empezar o traxecto de abrires e pechares, de paradas interminables nas que sobe cada vez máis persoal e baixa menos, coma se o monstro de metal fóseos engulindo. E mentres dentro o ambiente cárgase de cheiros variados, de idiomas diferentes, de contactos humanos ti, inesperadamente, comezas a sentirche feliz.
Feliz porque, aínda que non coñezas a ninguén, non che sentes tan só e ves que hai outros pobres como ti, e outros que non locen tan pobres, nin fodidos, o cal elévache a autoestima, aínda que saibas que no fondo o teu xúbilo non é máis que un mecanismo do teu psiquis para non padecer.
Non importa onde vaias, sempre será lento o verme que che leve. Con sorte algunhas veces -como esta- serán alegres, só ata o momento en que o verme vomita ao persoal, xusto no centro, sen importarlle para nada o teu recentemente estreado entusiasmo. O monstro vomita e ti séntesche só de novo, cada vez máis só, aínda que agora os coches non che pasen por diante e téñalos debaixo, de forma que se queres ata podes sentirche superior a eles ou fisgonear o que sucede a quen os ostentan sen que se saiba nada.
Non entendes por que os viaxeiros sorrín cando se abren as portas e miran os seus reloxos con prema, cando ti che quedas baleiro de novo, derrotado, e suspiras ou dormes mentres chegas á última parada, que é para ti o mesmo, porque non tes onde ir, porque non tes familia, nin amigos, porque non tes traballo, porque es inmigrante.

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Wed, 02 Jul 2008 21:59:11 +0200
Directiva de Retorno http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/21/directiva-de-retorno#comment-3016 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/21/directiva-de-retorno#comment-3016 senunpesoaloloco A memoria é fraca e efémera, sobre todo, cando lles convén a uns poucos. E resulta moi estraño ver o desmemoriados que están os gobernos dalgúns países como Alemaña, Francia, Polonia, Italia, España, ecétera, esixindo agora leis que endurezan a admisión de inmigrantes nos seus territorios e que pisotean impunemente os dereitos humanos.

Porque ningún pobo como os pobos de Europa foron emigrantes e viviron como inmigrantes en terras estrañas.

Porque se botamos unha ollada aos países do continente americano atopámolo cheo de xentes que foron inmigrantes e como talles foron acollidos, e falo do continente americano por citar un, que non se esgota aí o caso.

Agora esíxense leis que restrinxan a entrada de pobres foráneos á UE, e digo de pobres foráneos, porque nunca se soubo que aos ricos "estranxeiros" se lles prohiba a entrada a ningún país, pero se nos esquece como eses países da UE que tanto gritan contra os inmigrantes agora, -Reino Unido, Francia, Alemanía, Italia, España...-

Foron colonizadores (algúns seguen séndoo hoxe doutro xeito), explotadores, expoliadores, tratantes de escravos, genocidas, transportadores de enfermidades, etcétera, xustamente dos pobos a cuxos miserables (porque viven na miseria) poboadores quérenlles negar hoxe a entrada...

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Sat, 28 Jun 2008 17:29:49 +0200
Directiva de Retorno http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/21/directiva-de-retorno#comment-3010 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/21/directiva-de-retorno#comment-3010 Laura Bugallo O GLOBO ON LINE- Portugal
Portugal diz não à 'diretiva da vergonha'

Escrevo para saudar a declaração do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, de que a lei de imigração portuguesa não vai mudar apesar da aprovação da chamada 'diretiva do retorno' (ou 'diretiva da vergonha', como bem apelidaram os movimentos de defesa dos direitos humanos) pelo Parlamento Europeu (Veja o post da Renata 'A Europa Fortaleza').
O novo documento, que deve entrar em vigor em 2010, prevê a detenção por até 18 meses de imigrantes indocumentados que recusem a expatriação, incluindo crianças. Estas também podem ser deportadas sem acompanhamento dos pais ou responsáveis. Além disso, os imigrantes expulsos serão impedidos de retornar a qualquer país da União Européia por cinco anos.
Concordo com o blog Zero de Conduta: 'para manter o apoio popular em tempos de crise, a direita sempre faz o mesmo, mostra-se forte com os mais fracos dos mais fracos'. E não me venham dizer que medidas como essas são úteis para impedir o transporte de africanos em barcos clandestinos para a Europa. Quem arrisca morrer em busca de uma melhor qualidade de vida não vai desistir apesar do endurecimento europeu. Além disso, a grande maioria dos imigrantes indocumentados chegam por aqui como turistas, por via aérea ou terrestre. Medidas repressoras como esta diretiva servem somente para aumentar preconceitos.
Enquanto isso, continuamos esperando políticas européias sérias, que reconheçam a importância dos imigrantes e promovam verdadeiramente a sua integração.

Mundo Entre Linhas – Portugal

No comment… Diretiva da Vergonha

A União Européia aprovou a “Diretiva do Retorno”, rebatizada por ONG´s de “Diretiva da Vergonha”, que permite a detenção, por um ano e meio, e a deportação de imigrantes ilegais - homens, mulheres e crianças. Na foto (AFP), senegaleses tentando entrar na UE.
Declaracao Publica sobre a Diretiva da Vergonha
*urgente divulgar!!!!!*

*e se um dia eu tambem for emigrante???!!!*

*DECLARACAO PUBLICA*
*A Uniao Europeia agita a bandeira da xenofobia e do racismo*

Os Ministros do Interior da UE aprovaram o Projecto de Diretiva de Retorno, que
estabelece as regras comuns para a expulsao dos imigrantes
indocumentados. Os governos Europeus, incluindo o Portugues, ignoraram assim os
apelos de organizacoes da sociedade civil que tem rejeitado esta diretiva. Este
projecto tera de ser aprovado pelo Parlamento Europeu, entre 16 a 19 de Junho.

Sao varios os *aspectos verdadeiramente vergonhosos* desta diretiva:

- fixa em *dezoito meses o periodo maximo de detencao de imigrantes
indocumentados,* antes de sua deportacao. Como um primeiro passo, fixa um
maximo de seis meses, que pode ser prolongado por mais doze meses no caso de
falta de "cooperacao" dos paises de origem dos migrantes. Eh verdade que os
Estados Membros sao autorizados a manter um periodo de prisao inferior a dezoito
meses, mas a diretiva fara com que tendam a alinhar-se com a duracao maxima
prevista pelo acordo;
- preve que a partida de um imigrante indocumentado, suavemente chamada de
"remocao", tera lugar numa base "voluntaria" mas que este, no caso de
resistencia, podera ser forcado ou obrigado, sendo depois *proibida a sua
entrada no territorio da UE, durante cinco anos*;
- ate as criancas podem ser detidas*, mesmo que por um periodo "tao breve"
quanto possivel.

Neste contexto, *consideramos que:*

1. O triangulo de poder Sarkozy-Merkel-Berlusconi tem condicionado a
politica de imigracao europeia, pressionando numa direcao claramente repressiva
e securitaria, fazendo dos imigrantes os bodes expiatorios para o clima de
insatisfacao social que se vive na Europa;
2. A aprovacao desta Diretiva vai na linha do espirito da politica que tem
sido ativamente implementada pelo presidente frances Sarkozy, que pretende
chegar a um pacto sobre a imigracao marcado por medidas populistas, racistas e
xenofobas;
3. A directiva fortalece a politica de *massificacao dos centros de
detencao* dentro da europa (atualmente ja sao 280), ou subcontratados
com os paises vizinhos;
4. O argumento apresentado pelo Ministro da Administracao Interna de que esta
diretiva apenas estabelece maximos de detencao e que em Portugal nao vai
implicar qualquer alteracao eh hipocrita pois a diretiva, para alem de agravar a
situacao dos imigrantes indocumentados na Europa, legitimaraa as medidas de
expulsao e limitaraa as perspectivas de legalizacao.

Perante esta agressao dos valores da dignidade humana, das liberdades
politicas e dos direitos fundamentais:

- Manifestamos a nossa clara condenacao aa diretiva de retorno, que
solidifica a Europa Fortaleza;
- Em pleno Ano Europeu para o Dialogo Intercultural, consideramos que esta
medida ee uma afronta direta ao espirito de promocao do respeito dos Direitos
Humanos, da diversidade cultural e do dialogo intercultural;
- Apelamos aos deputados europeus a rejeitarem esta Diretiva, aquando da sua
discussao, entre 16 e 19 de Junho, no Parlamento Europeu;
- Reinvindicamos a regularizacao de todos imigrantes indocumentados que se
encontram na UE.

ORGANIZACOES SUBSCRITORAS:

Ass. dos Imigrantes nos Acores (AIPA)
Ass. Melhoramentos e Recreativo do Talude
Ass. Mulher Migrante; Ass. Olho Vivo;
Ass. dos originarios Togoleses em Portugal
Casa do Brasil
Casa Grande do Brasil
Centro Cultural Moldavo
Espaco Jovem de Sta Filomena; Khapaz;
Solidariedade Imigrante; SOS-Racismo

ANSALATINA.COM.BR- Brasil
COMUNIDADE ANDINA
EQUADOR PEDE POSIÇÃO CONJUNTA CONTRA "DIRETIVA DA VERGONHA"
QUITO, 26 JUN (ANSA) - O governo do Equador convidou nessa quarta-feira os países da Comunidade Andina de Nações (CAN) e da América Latina a adotarem uma posição conjunta de rejeição à diretiva de repatriação de imigrantes adotada pelo parlamento da União Européia (UE).
A Secretária do Migrante do Equador, junto com o Ministério das Relações Exteriores, emitiu nessa quarta-feira um comunicado no qual além de expressar sua preocupação pela medida, faz um pedido "a nossos países irmãos da América Latina para que se somem" à posição de rejeição.
"A realidade migratória pode e deve ser hoje um dos eixos fundamentais na construção da tão postergada integração latino-americana", indicou o comunicado.
O país, atual presidente temporário da CAN, também indicou que "as negociações entre a Comunidade Andina de Nações e a União Européia devem ter como condição para seu avanço a discussão desta decisão que foi qualificada como a diretiva da vergonha".
O Equador também propôs a "abertura urgente de um diálogo franco, construtivo e horizontal entre os países de origem, trânsito e destino dos processos migratórios".
Esse diálogo, indicou o comunicado, irá servir para "revisar as medidas e adaptar políticas comuns verdadeiramente consensuais que abordem com um enfoque integral os aspectos estruturais que motivam as migrações".
O Equador disse ainda que a medida européia "mostra um franco retrocesso em matéria de proteção e garantia dos direitos fundamentais". (ANSA)
26/06/2008 08:13
© Copyright ANSA. Todos os direitos reservados.

VERMELHO- Brasil
20 DE JUNHO DE 2008 - 11h36
Morales anuncia campanha contra 'diretiva da vergonha' da UE
O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou nesta quinta-feira (19) uma campanha internacional, para a qual pedirá o apoio de países do continente americano e africanos, contra a "diretiva de retorno" de imigrantes ilegais aprovada pelo Parlamento da União Européia (UE).
"Peço aos presidentes da Europa e ao Parlamento Europeu que não cometam uma agressão contra a humanidade e a vida. O que estão fazendo é gravíssimo", disse Morales.
Morales disse que está convencido de que esta normativa, que qualificou como "a diretiva da vergonha", levará a conflitos na Europa e na América Latina.
Ele aunciou também que aproveitará as próximas cúpulas de chefes de Estado para organizar uma campanha internacional, com a qual buscará pressionar para reverter esta normativa.
"Vamos somar todos para fazer campanha", disse o líder boliviano, que felicitou as posições contrárias expressadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos chefes de Estado da Venezuela, Hugo Chávez, e do Equador, Rafael Correa.
Estudios de Inmigración – Galiza

Domingo 11 de mayo de 2008
Non á directiva da vergoña
O debate sobre a directiva europea contra a inmigración irregular (coñecida pola directiva da vergonza) prevé un recorte de dereitos e liberdades en Europa dos inmigrantes en situación irregular: detención de menores estranxeiros violando os dereitos do neno, aumento a 18 meses do período de encerro de estranxeiros en situación irregular (cando na actualidade o período é de 40 días), etc. Ante esto o goberno español adoptou unha posición ambígüa dacordo co seu propósito de endurecer a súa política de inmigración que pasa por aumentar o período de internamento (declaraciones de Pérez Rubalcaba) y dejar sólos en las críticas contra esta directiva a sus homógolos socialistas franceses e italianos. En definitiva, é vergonzosa a posición do PSOE arrebatándolle parte do seu discurso (anti)inmigración ó propio Partido Popular, nun momento en que está crecendo os sentimentos xenófobos na sociedade española, e no que só podemos escoitar ó Ministro de Traballo e Inmigración, Celestino Corbacho, dicir cousas en negativo sobre os cidadáns estranxeiros que residen en España: "sería nefasto para la inmigración que el último que llega imponga sus normas" (¿pero es que acaso a maioría dominante está ameazada polo nosos novos hóspedes?), "veo razonable que los inmigrantes puedan votar, pero con limitaciones" (¿con que limitacións?, ¿non defende este goberno a creación de novos dereitos?, ¿ten medo o goberno a esa hipotética nova bolsa de votantes? (inaudito), "tenemos que evitar el modelo americano, que un área metropolitana se segmente por poblaciones de origen es lo peor que puede pasar", etc. Con este discurso negativizador sobre a inmigración, por non dicir reaccionario, parece que o conxunto da cidadanía só escoita un único discurso, e rápido se esquece que o crecemento económico de España débese en máis dun 50% á chegada de inmigrantes, nembargantes, este Estado rácano ten invertido só uns 700 millóns en políticas de integración no período 2004-2008. Evidentemente, o goberno fai caixa, aforra en gasto social e aínda por riba, en época de crise estigmatiza ás persoas inmigrantes. Vergoñento! Pero, para empezar a combater os ventos reaccionarios europeos, é preciso que asinemos contra a direccitva da vergoña, clicando no seguinte link.
Publicado por Toxo en 6:03
NAS TERRAS DE PONDAL- Galiza

22
Directiva de retorno ou directiva da vergoña?
Está pasando Engadir comentarios
Domingo, 22 de xuño de 2008
Moito toca falar ultimamente de Europa, pero case que non queda outra. A clase política europea aínda se pregunta polo non de Irlanda, e quizais parte do rexeitamento que a Europa que nos queren construír xera estea ben ás claras en feitos que se viron esta semana. Xa temos falado aquí da pretensión de ampliar a xornada laboral semanal máxima a 65 horas, o cal ninguén en Europa lles vai perdoar, e agora destápanse coa aprobación dunha directiva brutal cara á inmigración, que case nos pode levar a falar directamente de racismo. Esta non é a Europa que queremos.
A nova directiva europea pretende, seica, harmonizar as políticas europeas en materia de inmigración, isto é, buscar unha postura común. E esta pretensión, a da postura común, ten unha parte perdedora, coma sempre, a máis feble. O colectivo inmigrante perde aínda máis dereitos, deixando case de ser persoas para converterse en papeis: se tes documento es persoa, senón non o temos de todo claro.
A directiva da vergoña permite, por exemplo, que se poida reter a inmigrantes ilegais até 18 meses. 18 meses!! 18 meses de privación de liberdade (chamaríase secuestro, se non fose que quen executa é o estado) polo único delito coñecido de carecer dun papel. Pero o máis vergoñente non é xa iso, é que non houbo unanimidade na votación (aprobouse só por 40 votos de marxe no parlamento europeo), pero non “pola esquerda”, senón porque había países como Francia que aínda pedían medidas máis duras.
Nós témolo claro. Esta Europa que nos están a construír non é a que queremos. Tras o non de Irlanda déronlle unha nova marxe, e albíscase un novo referendo. Chequia e Gran Bretaña están en dúbidas legais e non está claro se terán que facer referendo ou non. Agardemos que a voz da cidadanía acabe abrindo as orellas á clase dirixente europea.
Europa e a directiva "retorno"
ofalarnontencancelas @ 16:26
Directiva “retorno”: A Europa da vergoña

«Os políticos da UE apóianse nunha visión utilitarista da inmigración”, comentou Claude Quémar, do Comité para a anulación da débeda do terceiro mundo (CADTM), cando debuta o exame polo Parlamento Europeo da “directiva retorno” que intenta harmonizar as lexislacións relativas á retención e expulsión dos sen papeis. A filosofía desta “directiva da vergoña” vai «en contra do respecto dos textos fundamentais da defensa dos dereitos humáns, do dereito de asilo e mesmo da nova tarta do codesenvolvemento”xulga Claude Quémar.
Claude Quémar. «Dende hai anos, a Unión Europea abandeira a loita contra a inmigración chamada “clandestina” ». A directiva en discusión dende fins do 2.007 é un paso importante cara a harmonización da lexislación en materia de retención e expulsión das persoas en situación irregular por dúas razóns esenciais: O proxecto da Comisión esta sometida á vez ao Consello e ao Parlamento Europeo o que lle dará mais lexitimidade; pero sobre todo, trátase dunha harmonización “á baixa”, isto quer dicer menos protección.

Posto por MacLapfer

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Fri, 27 Jun 2008 19:22:58 +0200
Dia do Orgullo Gai http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/26/dia-do-orgullo-gai#comment-3008 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/26/dia-do-orgullo-gai#comment-3008 Xoana a Beltranexa http://www.anosaterra.org/nova/o-da-do-orgullo-gai-con-mis-actos-ca-nunca-.html

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Fri, 27 Jun 2008 16:22:01 +0200
Dia do Orgullo Gai http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/26/dia-do-orgullo-gai#comment-3007 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/26/dia-do-orgullo-gai#comment-3007 Xoana a Beltranexa www.agal-gz.org/blogues/index.php?blog=41

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Fri, 27 Jun 2008 16:08:03 +0200
Dia do Orgullo Gai http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/26/dia-do-orgullo-gai#comment-3006 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/26/dia-do-orgullo-gai#comment-3006 Laura Bugallo ORGULHO LGBT GALEGO 2008: Convocatória para umha manifestaçom do 28 de Junho participativa, plural, festiva e reivindicativa.

Da Federaçom de Associaçons de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trans da Galiza. ATURUXO, queremos convidar-vos a participar activamente na manifestaçom do Orgulho LGBT galego deste ano.
Nos últimos anos a convocatória nacional do 28 de Junho tem sido, por diferentes motivos, menos numerosa em assistência do esperado.

Consideramos que a luita das pessoas LGBT é umha luita de todas e todos, é a luita pola nossa emancipaçom sexual, polo combate ao patriarcado, pola soberania dos nossos corpos.
Neste sentido fazemos-vos chegar a nossa proposta para este ano 2008:
ATURUXO quer impulsionar a plataforma “ORGULHO ‘08” para conseguirmos que este 28 de Junho em Compostela haja umha mobilizaçom plural e participativa, combativa e festiva, para entre todas e todos pintarmos as ruas de Compostela com as cores do arco da velha e levarmos à rua a nossa voz contra a lesbigaytransfobia, contra a opressom de género.

A nossa reivindicaçom sugerida para este ano é a visibilidade das mulheres lésbicas, com a legenda: Existo, por que nom me vês? Mulher, lésbica, visível!
Tema para a faixa de cabeça e para o manifesto que será lido ao finalizar a manifestaçom na Praça da Quintá. Isto sem prejuízo de que cada organizaçom participante leve o seu particular posicionamento em relaçom à luita pola libertaçom sexual e de género.

De BOGA, Mulheres Lésbicas e Bissexuais da Galiza, organizaçom responsável este ano pola elaboraçom do manifesto, fará-se chegar a proposta de texto às organizaçons participantes para receber sugestons e adesons ao mesmo. Para facilitarmos isto e coordenarmos tecnicamente a manifestaçom, solicitamos a vossa participaçom numha reuniom o próximo Sábado dia 31 de Maio às 12h00 no Centro Social O Pichel (Rua de Santa Clara, 21, Compostela).
Pedimos-vos por último a máxima difusom desta convocatória.

Aguardamos-vos!
Um abraço da
Federaçom ATURUXO.

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Fri, 27 Jun 2008 16:06:54 +0200
Miserias do paraíso capitalista http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/11/miserias-do-paraiso-capitalista#comment-2987 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/11/miserias-do-paraiso-capitalista#comment-2987 maria hola monchiño
Isto si que e verdade, con tanta folga........logo iamos ter q facer folga de fame.Menos mal que rematou.Ou iso parece....

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Tue, 24 Jun 2008 00:18:23 +0200
Inmigrantes... http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2980 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2980 Xoana a Beltranexa palabras de Chávez sobre a Diretiva da Vergoña:
http://www.elpais.com/videos/internacional/Chavez/amenaza/directiva/europea/inmigracion/elpvidint/20080620elpepuint_6/Ves/

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Fri, 20 Jun 2008 18:35:04 +0200
Inmigrantes... http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2979 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2979 Laura Bugallo Ollen a nota da Asemblea Galega de Inmigración sobre a Diretiva Europea da Vergoña:
http://www.vieiros.com/nova/67299/criticas-do-foro-da-inmigracion-as-medidas-de-retorno-do-goberno-espanol

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Fri, 20 Jun 2008 16:59:18 +0200
Narf "Santiago" http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/14/narf-santiago#comment-2973 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/14/narf-santiago#comment-2973 Xoana a Beltranexa http://www.youtube.com/watch?v=apWDzJQ83JU

http://www.youtube.com/watch?v=pEF32Dxn7K8

Saúdos atlánticos!!

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Wed, 18 Jun 2008 19:06:04 +0200
Inmigrantes... http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2937 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2937 Laura Bugallo Na III ASEMBLEA GALEGA DA INMIGRACIÓN sairon as resolucións seguintes:
PROPUESTAS PRESENTADAS:

PRIMER GRUPO
( Presentadas conjuntamente por las Asociaciones de Compostela)

Mejora en las vías de entrada regular de la población inmigrante en España y las vías de regularización de las que se encuentran ya en el territorio:
 Reestablecimiento del sistema que permitía a las personas extrajeras regularizar su situación con una oferta efectiva de trabajo.
 Eliminar la obligación de viajar al país de origen por el visado, una vez que la oferta ha sido aceptada.
 Establecer condiciones reales y efectivas para la acreditación de residencia, bien sea por razones familiares o sociales de arraigo.
 Mejorar o transformar el sistema de contingentes y el catálogo de ocupaciones de difícil cobertura, para que sea un modelo más flexible, de carácter trimestral, con un conjunto de ofertas generales estatales y por provincias de carácter autonómico, donde participen para su gestión los servicios de empleo, los agentes sociales, las entidades y ONGS relacionadas con la inmigración.
 Eliminar las limitaciones de sector de actividad, de ámbito geográfico además de las referidas a contratación por cuenta ajena o propia en los visados adjudicados.
 Para los familiares de personas residentes legales en España, los visados de reagrupamiento familiar deben, siempre que se trate de personas en edad y condición de trabajar, habilitar para trabajar.
 Mejora de la dotación de personal y medios de los consulados de España en el extranjero en general. Así mismo la Ley debe primar las decisiones de autoridades competentes en España en las tramitaciones de documentación respecto a las decisiones consulares cuando haya contradicción entre unas y otras.

SEGUNDO GRUPO:
( Presentadas conjuntamente por las Asociaciones de A Coruña)

Derechos y obligaciones de la población inmigrante:
 Para todas las personas residentes legales independiente de su origen, todos los derechos recogidos en la Constitución Española así como en el resto de leyes en vigor, referidos a derechos políticos, sociales económicos, sindicales y de representación.
 Derecho a la participación activa en las elecciones generales y autonómicas
 Cumplimiento de todas las obligaciones de los ciudadanos y ciudadanas de origen español
 Asegurar las garantías jurídicas, políticas y sociales en los casos de personas en situación de irregularidad administrativa que son repatriados.
 Aplicación de sanciones consecuentes para las personas que efectivamente no se expulsan.
 Garantizar para las personas que se encuentran en situación irregular administrativa el acceso a servicios públicos básicos: sanidad, educación, bienestar social, vivienda y otros.
 El derecho y obligación de empadronar se debe recoger en la ley, pero de debe eliminar la renovación de empadronamiento cada dos años.
 Eliminación de la presentación de pruebas genéticas para justificar las reagrupaciones familiares en determinados países.
 Adecuación de las tramitaciones en el caso de que se soliciten los antecedentes penales.
 Aumento de oficinas de atención, distribuidas adecuadamente por el territorio español con personal y equipamiento adecuado.

TERCER GRUPO:

( Presentadas conjuntamente por las Asociaciones de Vigo y Ourense)

Derecho Universal a Emigrar:
 Cambio del derecho de asilo, de manera de incluirse de forma amplia a países y/o zonas de determinados países donde se constate la violación de los derechos humanos de forma sistemática.
 Ampliarse y detallarse en la ley, las autorizaciones excepcionales de manera de abrir posibilidades a las personas que huyen de una situación de miseria mezcladas con persecuciones políticas, religiosas, étnicas.
 Garantizar al máximo los derechos de las personas extranjeras que llegan como turistas o con visados de estancias cortas.
 Establecerse en la ley determinados criterios objetivables y comprobables para la solicitud de las cartas de invitación, que una vez cumplidos deben garantizar a la persona invitada una entrada normal en el territorio Español.
CUARTO GRUPO: ( Presentadas por Médicos del Mundo)

Promulgar normas restrictivas a los estados miembros para que garanticen el acceso a la salud de las personas en situación vulnerable.

A los estados firmantes de la Convención Europea de derechos humanos:

 Que garanticen el acceso a los servicios de salud y a la prevención de todos los residentes extranjeros independientemente del carácter regular o irregular de su estancia en igualdad de condiciones que los nacionales.

 Que garanticen la gratuidad del seguimiento médico y de la atención del embarazo, parto y el seguimiento de este, así como de la atención médica que se presta a los menores y a todo residente extranjero cuyos ingresos sean inferiores al umbral de pobreza.
 Que establezcan una auténtica acogida a los solicitantes de asilo, teniendo en cuenta la especificidad de los efectos de la violencia de la que hayan podido ser objeto.

 Que concedan a toda persona que tenga una enfermedad grave un permiso de estancia independiente, o cualquier otra autorización que confiera el acceso efectivo a los servicios de salud.

 Que garanticen el acceso gratuito a los servicios de salud al conjunto de personas extranjeras retenidas, mantenidas en centros de retención o en zonas de espera, presentes en el territorio.

 El reconocimiento de un derecho de visita permanente de una o varias asociaciones independientes del estado en todos los centros cerrados presentes en el territorio y que reciban a personas extranjeras (zonas de espera y centros de retención.

PROPUESTAS REALIZADAS POR ÉL PUBLICO ASISTENTE DURANTE EL DEBATE ABIERTO

GENERALES :
 Exigir a los diferentes gobiernos el respeto a los acuerdos internacionales para el ingreso en el territorio español
 Articular un documento para reconocer los años de trabajo como Servicio Doméstico.
 Mejorar las comunicaciones entre las diferentes asociaciones
 Desarrollar grupos especializados en temas de inmigración, entre las diferentes asociaciones pertenecientes al foro.
 Promover programas de información jurídicas a padres / madres de niños y adolescentes inmigrantes con participación de las fuerzas policiales
 Reconvertir los centros de internamiento, en centros de formación y capacitación.

EN MATERIA DE EDUCACIÓN:
 Reafirmar la actuación de las madres inmigrantes en materia de educación infantil
 Realizar programas para evitar la abstención escolar, en niños inmigrantes.
 Realizar talleres de educación para padres y madres inmigrantes.
 Desarrollar programas de ayuda psicológica para combatir los problemas derivados de la inmigración.
 Organizar talleres de formación en materia de interculturalidad para docentes, educadores.
 Activar programas donde se animen a los padres / madres a participar en las diferentes actividades realizadas en los colegios.
 Activar los planes de acogida escolares.

MANIFIESTO :

Las organizaciones, entidades y colectivos que forman parte del FORO GALLEGO DE INMIGRACIÓN constatamos que:

1.La Declaración de los DDHH. , en su articulo Nº13: 1. afirma que:
“Toda persona tiene derecho a circular libremente y a elegir su residencia en el territorio de un Estado” y 2. “Toda persona tiene derecho a salir de cualquier país, incluso del propio, y a regresar su país.

2.- Con la excusa de combatir la inmigración clandestina, los gobiernos están adoptando políticas represivas y expanden cada vez más las fronteras de las naciones enriquecidas, mediante centros de detención, desalojos, expulsiones, y selección de la mano de obra.

3.- Que a la fecha hay en todo el territorio del Estado español alrededor de QUINIENTAS MIL personas a las que se les está negando un status legal, perseguidas policialmente, condenadas a vivir en condiciones infrahumanas, y obligadas a vender su fuerza de trabajo en condiciones de sobre-explotación, servidumbre y total inseguridad, sin que se les reconozcan sus inalienables derechos que como seres humanos tienen.

4. Que también la población migrada en situación regular se encuentra en un régimen de apartheid desde el punto de vista legal como social y laboral.

MANIFESTAMOS:

1.- Que exigimos el pleno derecho de los migrantes como ciudadanos y ciudadanas a una vida digna en los países de acogida y el respeto a todos sus derechos sociales, laborales y políticos, sin condicionarlos a la reciprocidad con su país de origen.

2.- Que exigimos el cumplimiento de todos los Convenios Internacionales de protección de los Derechos Humanos (derechos civiles, políticos, sociales, económicos y culturales, derecho a la paz y al medio ambiente, derecho al asilo y al refugio).

3.- Es necesario que toda la sociedad y, fundamentalmente las instituciones públicas, cada una desde sus competencias y responsabilidades, muestren una solidaridad real con el sufrimiento de las personas que llegan y que arriesgan su vida, perdiéndola en muchas ocasiones, para alcanzar nuestras costas, huyendo del hambre, de la guerra, etc.

4.- La reivindicación del derecho a una vida y a un trabajo dignos en los pueblos que hoy emigran es un requisito imprescindible para atajar la situación de la emigración forzada por lo que deben arbitrarse los mecanismos de derecho internacional precisos.

5.- Que pongan los medios efectivos necesarios para facilitar la construcción de una sociedad integrada, con la participación de todas personas que convivimos en ella.

MANIFIESTO EN PROTESTA POR LA ACTUACIÓN DEL GOBIERNO ITALIANO EN MATERIA DE INMIGRACIÓN :

Queremos manifestar un rechazo rotundo a las legislaciones que pretende utilizar el Sr. Silvio Berlusconi, 1º Ministro de Italia en contra de Inmigrantes Rumanos en estos momentos y que luego serán de distintas nacionalidades y no se denuncia su xenofobia y se olvida que su país ha emigrado desde 1815 , durante la guerra y han sido acogidos en países Latinoamericanos , principalmente Argentina. Se les ha brindado trabajo y formación , se les ha educado , se les permitió seguir con sus costumbres y crear sus propias asociaciones y nos hemos acostumbrado a ellos y también integrarlos a nuestra sociedad intercambiando culturas.

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Thu, 12 Jun 2008 16:40:21 +0200
Inmigrantes... http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2936 http://revirate.nireblog.com/post/2008/05/09/inmigrantes#comment-2936 Laura Bugallo En ESCULCA podemos ler
DENÚNCIA POR MAUS TRATOS EN BARAJAS

Notícias 1"Cinco persoas de orixe sírio-curda están no aeroporto de Madrid-Barajas tramitando a sua solicitude de asilo despois de teren sofrido maus tratos físicos durante a sua estadia na sala de rexeitados do mesmo, segundo denunciaron. Como pudo constatar CEAR, os feitos foron postos en coñecimento do Xulgado de Instrución nº 4, que, sen se escuitar os estranxeiros, arquivou mediante auto as actuacións, ao “non constatar lesións nos axentes de polícia e revestir as dos cidadáns sírios carácter de auto-lesións”, informa a CEAR , que considera necesário admitir a trámite as solicitudes.

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Thu, 12 Jun 2008 16:18:31 +0200
A min que me borren http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/12/a-min-que-me-borren#comment-2935 http://revirate.nireblog.com/post/2008/06/12/a-min-que-me-borren#comment-2935 Laura Bugallo En ESCULCA andamos a voltas coa Campaña posíble de apostasia, polo de agora podemos adiantar un Curso de Verán:
RELACIÓNS IGREXA-ESTADO: CURSO DE VERAO

Notícias 2A Universidade de Compostela, con a colaboración de EsCULcA, organiza no ámbito das suas actividades estivais un curso sob o título “Liberdade Relixiosa e Sociedade Contemporánea” en que participarán Danilo Zolo, Amada Traba, Gregório Peces-Barba, Pedro Bouso e Henri Pena-Ruiz.

O obxectivo é analisar a importáncia que está adquirindo na sociedade contemporánea non só o fenómeno relixioso senón tamén a presenza e actividades públicas das instituicións relixiosas, asi como a preocupación que estes feitos suscitan e a sua relación con o funcionamento democrático da nosa vida colectiva. Analisará-se, tamén,a posición social dalgunhas igrexas e a eventual inconstitucionalidade dos acordos da Igrexa católica e o Estado español ou a concepción do Estado na relixión islámica e a práctica politica nos países que a practican, así como a importancia do factor relixioso en moitos dos conflitos actuais. Por último, abordarase a relación do pensamento laicista cos principios democráticos e as garantías dos dereitos fundamentais no mundo contemporáneo.

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Thu, 12 Jun 2008 16:16:01 +0200